A menos de um ano das eleições presidenciais de 2026, o Brasil se encontra diante de uma disputa que reflete menos escolhas do que medos: dois candidatos que crescem juntos nas pesquisas, mas são rejeitados por mais da metade do eleitorado. A pesquisa Quaest, divulgada em setembro, coloca Lula com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno — um empate técnico que espelha uma nação dividida entre dois projetos de poder igualmente temidos por parcelas expressivas da população.