No dia em que o Brasil celebra sua independência, uma pesquisa Quaest oferece um retrato do estado da alma eleitoral do país: Lula lidera com folga em um campo fragmentado, mas a polarização que emergiria em um segundo turno praticamente apagaria essa vantagem. É um lembrete de que nas democracias modernas, a pluralidade raramente se traduz em mandato — e que o verdadeiro teste de uma candidatura é o confronto direto, não a dispersão do adversário.