No início de setembro de 2026, uma pesquisa Quaest revelou que metade dos brasileiros desaprova o governo Lula — a primeira vez que a rejeição supera a aprovação de forma tão pronunciada. O dado, amplamente repercutido pela imprensa nacional, não é apenas um número: é o reflexo de um acúmulo de pressões políticas e de gestão que começa a reconfigurar o equilíbrio de forças em torno do Palácio do Planalto. Toda queda na confiança de um governante abre espaço para que novas narrativas e novos protagonistas avancem — e esse momento não parece ser exceção.