Em São Paulo, a disputa pelo Senado revela, em setembro de 2026, um fenômeno raro na política brasileira: quatro candidatos — Derrite, André do Prado, Marina e Tebet — dividem o topo das intenções de voto em empate técnico, segundo o Datafolha. O eleitorado paulista, historicamente decisivo para o destino nacional, permanece disperso e aberto, como se aguardasse um sinal que ainda não chegou. Esse equilíbrio frágil lembra que, em democracias vivas, o poder raramente se entrega antes da hora.