Em Pernambuco, o avanço silencioso do Aedes aegypti se traduz em números que pesam: entre janeiro e setembro de 2026, as notificações de dengue cresceram 37,7% e as de chikungunya, 19,8%, revelando não apenas uma crise sanitária, mas uma desigualdade inscrita nos corpos — majoritariamente pardos, femininos e jovens — que a doença escolhe com mais frequência. Três vidas foram perdidas para a dengue, e centenas de casos graves lembram que o mosquito não é apenas incômodo, mas sentença para os mais vulneráveis. O estado monitora, alerta e investiga, enquanto 40 municípios enfrentam alta incidênci
Pernambuco registra alta de 37,7% em dengue e 19,8% em chikungunya
Três óbitos confirmados por arboviroses e 668 casos graves de dengue registrados em Pernambuco até setembro de 2026.