Entre 2024 e 2025, o Banco de Brasília foi envolvido em operações que a Polícia Federal agora confirma como fraude sistemática: R$ 17 bilhões movimentados com o Banco Master por meio de documentos falsos e manobras deliberadas para escapar dos controles internos. O caso, que tramita no Supremo Tribunal Federal com sigilo recém-levantado, revela como instituições podem ser corroídas por dentro — não por descuido, mas por escolha. Seis diretores do BRB foram apontados com responsabilidade técnica pelas decisões, enquanto o banco afirma ter sido vítima, e a Justiça ainda determinará onde reside o