Ao longo de doze anos, pesquisadores brasileiros e britânicos acompanharam mais de quatro mil idosos e descobriram que o que mais importa não é onde a força muscular está, mas para onde ela está indo. Uma queda de apenas 15% nessa força já anuncia dificuldades de mobilidade — mesmo quando os números absolutos ainda parecem aceitáveis —, lembrando-nos de que o envelhecimento saudável é menos uma fotografia e mais um filme que precisa ser assistido com atenção contínua.
Perda de 15% da força muscular já ameaça mobilidade na velhice
Idosos com declínio de força enfrentam risco aumentado de quedas, hospitalizações e perda de independência para atividades do dia a dia.