Na manhã de 30 de julho, a pequena enclave espanhola de Ceuta tornou-se palco de uma das crises migratórias mais mortíferas dos últimos tempos, com pelo menos nove vidas perdidas durante uma entrada massiva. O Governo espanhol mobilizou o exército, e o presidente local apelou à declaração de estado de emergência nacional — sinais de que as estruturas habituais de governação se revelaram insuficientes perante a dimensão humana do acontecimento. Este momento não é apenas uma crise de fronteiras, mas um espelho das tensões profundas que há anos percorrem as margens da Europa.
Pelo menos nove migrantes morrem em entrada massiva em Ceuta; Espanha mobiliza exército
Pelo menos nove migrantes morreram durante a entrada massiva em Ceuta.