Em um tempo em que a busca pela aparência ideal alcança até os mais jovens, a Sociedade Brasileira de Pediatria ergue um sinal de alerta: medicamentos criados para tratar doenças crônicas sérias estão sendo usados por crianças e adolescentes sem orientação médica, movidos por pressões estéticas que o corpo em formação não pode suportar sem consequências. O que se apresenta como solução rápida carrega riscos que vão do físico ao psíquico — do pâncreas à autoestima —, revelando uma tensão profunda entre a cultura do corpo perfeito e a fragilidade da infância.
Pediatras alertam sobre riscos de canetas emagrecedoras em crianças e adolescentes
Crianças e adolescentes correm risco de desenvolver transtornos alimentares, problemas de crescimento, desidratação severa e complicações pancreáticas potencialmente graves pelo uso inadequado desses medicamentos.