Numa Europa que aprendeu com as feridas abertas pela guerra na Ucrânia, o Parlamento Europeu aprovou esta terça-feira, com 420 votos a favor, um plano para blindar as suas democracias contra interferências externas. A Rússia é nomeada como a ameaça central, mas o relatório reconhece que a fragilidade democrática não tem uma única origem — ela cresce onde a fragmentação, a desinformação e a dependência tecnológica deixam espaço vazio. A criação do Centro Europeu da Resiliência Democrática representa a aposta da União numa resposta coletiva e coordenada, em vez de cada nação enfrentar sozinha am