Ao longo dos primeiros nove meses de 2026, o Paraná demonstrou que políticas de vigilância e vacinação podem dobrar a curva de doenças respiratórias graves — uma conquista que, em saúde pública, raramente acontece por acaso. Com quedas de 13,3% nos casos de SRAG e 9,7% na influenza em relação ao ano anterior, o estado migrou do nível de Alerta para o de Segurança segundo a Fiocruz, tornando-se o único da Região Sul nessa posição. A melhora, porém, não dissolve a vigilância: crianças pequenas e idosos seguem como os mais vulneráveis, lembrando que o progresso coletivo sempre carrega rostos indi