Num país onde recursos públicos são escassos e desiguais, dois estados chegam ao topo do mesmo ranking de eficiência por caminhos opostos: o Paraná pela harmonia entre todas as áreas de serviço público, e São Paulo pela excelência concentrada em infraestrutura e segurança. O que a comparação revela, de forma quase silenciosa, é que a receita disponível explica pouco — o que define o destino dos cidadãos é a escolha política de onde investir e o que deixar para depois.