Dois dos mais importantes santuários marianos do mundo respondem de forma divergente ao mesmo dilema moral: o que fazer com a arte de um homem acusado de graves abusos. Enquanto Lourdes escolhe o gesto simbólico de cobrir permanentemente as obras de Marko Rupnik antes da visita do Papa Leão XIV, Fátima mantém o seu imponente painel de mosaico intacto e visível, recusando qualquer remoção ou ocultação. Esta divergência revela não apenas diferenças institucionais, mas a tensão mais ampla entre a beleza consagrada e a justiça devida às mais de vinte mulheres que denunciaram o padre esloveno por a
Papa em Fátima? Santuário não pondera tirar mural de Rupnik
Mais de 20 mulheres denunciaram Marko Rupnik por abuso sexual, psicológico e espiritual, com alegações remontando aos anos 1980, e continuam sem informações transparentes sobre o processo canónico.