Paolla Oliveira é coroada rainha de bateria da Imperatriz com selinho de IZA

Quando as duas trocaram a faixa, Paolla selou o gesto com um beijo
O momento em que IZA passa a coroa para Paolla Oliveira na cerimônia de coroação.
Mark

O que torna esse momento tão significativo além da cerimônia em si?

Mimi

A passagem de coroa entre IZA e Paolla não é só simbólica — é uma conexão entre gerações e entre a escola e a comunidade. Quando você tem mulheres históricas da comunidade no palco, você está dizendo que essa rainha não é apenas uma celebridade, mas alguém que agora faz parte de um legado.

Luke

Mas precisamos ser claros: o que sabemos é que a cerimônia aconteceu, que houve emoção, que o público aplaudiu. A reportagem não detalha quanto tempo durou, não cita falas específicas de Paolla ou IZA, não explica qual é exatamente o papel de rainha de bateria além do simbólico.

Mimi

Verdade. Sabemos que a quadra estava lotada, que houve um show de IZA, que nomes como Ana Botafogo e Catia Drumond estavam presentes. Mas os detalhes da cerimônia em si — o que foi dito, como Paolla reagiu além do beijo — ficam em aberto.

Mark

E quanto ao timing? Isso é preparação para o carnaval de 2027?

Luke

A matéria menciona "próximos passos da Imperatriz Leopoldinense rumo ao carnaval", mas não especifica datas, cronograma ou quando será o desfile. Sabemos que é uma coroação, mas não sabemos exatamente quando ela entra em ação como rainha de bateria.

Mimi

O que fica claro é que Paolla agora tem uma responsabilidade com a escola e com a comunidade de Ramos. Isso é o núcleo da história.

  • A quadra da Imperatriz transbordou de emoção quando IZA colocou a coroa na cabeça de Paolla Oliveira, encerrando seu próprio ciclo à frente da bateria.
  • O beijo que Paolla deu em IZA ao receber a faixa condensou num gesto o que palavras dificilmente alcançariam — gratidão, respeito e a grandeza do momento.
  • Antes da coroação, passistas, diretoras e veteranas da velha guarda subiram ao palco para apresentar a nova rainha à comunidade de Ramos, ancorando Paolla num legado maior que ela mesma.
  • Nomes como Ana Botafogo e a presidente Catia Drumond marcaram presença, sinalizando que a escolha foi celebrada por dentro e por fora da escola.
  • A noite se encerrou como celebração dupla — da chegada de Paolla e da trajetória de IZA —, com a Imperatriz já de olho nos preparativos para o próximo carnaval.

Na quadra da Imperatriz Leopoldinense, no coração da Zona Norte carioca, uma coroa trocou de cabeça e carregou consigo o peso de uma tradição viva. Paolla Oliveira foi ungida rainha de bateria pelas mãos de IZA, num gesto que une o mundo do entretenimento ao pulso profundo do samba. A cerimônia revelou que, no carnaval, assumir um posto é também assumir uma comunidade — e toda a história que ela guarda.

Na noite de sábado, a quadra da Imperatriz Leopoldinense, na Zona Norte do Rio, foi palco de uma passagem de símbolo. Paolla Oliveira recebeu das mãos de IZA a coroa de rainha de bateria da escola verde e branco de Ramos. Quando as duas trocaram a faixa, Paolla selou o momento com um beijo na cantora, e a multidão respondeu com uma ovação que ecoou pela quadra lotada.

A cerimônia foi além do ato simbólico. Antes da coroação, a escola reuniu no palco mulheres que ajudaram a construir a história da comunidade — passistas, diretoras e integrantes da velha guarda, entre elas Ana Botafogo e a presidente Catia Drumond. Era uma forma de apresentar Paolla não apenas ao público, mas ao legado que ela passaria a carregar.

A noite ainda contou com show de IZA, transformando a despedida da antiga rainha em celebração. Para a Imperatriz, a coroação marca mais um passo nos preparativos rumo ao carnaval — com Paolla Oliveira agora à frente da bateria e integrada à história da escola.

A noite de sábado na quadra da Imperatriz Leopoldinense, na Zona Norte do Rio, marcou a passagem de um símbolo. Paolla Oliveira recebeu a coroa de rainha de bateria das mãos de IZA, a cantora que ocupou o cargo pela escola de samba verde e branco de Ramos. O momento foi carregado de emoção — quando as duas trocaram a faixa, Paolla selou o gesto com um beijo na artista, e a multidão que lotava a quadra respondeu com aplausos.

A cerimônia de coroação não foi apenas um ato simbólico de transição. Antes de IZA passar adiante a coroa, a escola promoveu um encontro no palco com mulheres que ajudaram a construir a história da comunidade de Ramos. Passistas, diretoras e integrantes da velha guarda subiram ao palco para apresentar Paolla à comunidade — entre elas estavam nomes como Ana Botafogo e Catia Drumond, presidente da escola. Era uma forma de conectar a atriz ao legado que ela agora carregaria.

O evento incluiu um show da própria IZA, transformando a noite em celebração tanto da nova rainha quanto da artista que deixava o cargo. A ovação do público refletiu o peso daquele momento: não era apenas uma coroação, mas um reconhecimento público de Paolla como parte da história da escola, agora responsável por liderar a bateria nos próximos passos da Imperatriz Leopoldinense rumo ao carnaval.

A coroação foi repleta de emoção, com o público lotando a quadra e ovacionando o momento em que Paolla e IZA trocaram a faixa
— Descrição do evento
Quer a matéria completa? Leia o original em Gshow ↗
Fale Conosco FAQ