No coração do calendário carnavalesco carioca, a atriz Paolla Oliveira recebeu no último sábado a coroa de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense, sucedendo Iza em uma cerimônia que renova, como toda tradição, tanto a energia de uma agremiação quanto o elo entre cultura popular e identidade coletiva. Vestida em verde — a cor da escola —, Oliveira não apenas assumiu um título, mas ingressou formalmente numa das narrativas mais vivas do Rio de Janeiro.
Paolla Oliveira é coroada rainha da Imperatriz em look verde
A atriz recebeu a coroa em tons de verde, cor que dialoga com a tradição da escola
Por que a escolha do verde foi tão importante para essa cerimônia?
O verde é a cor tradicional da Imperatriz Leopoldinense. Quando Paolla escolheu esse tom para sua coroação, ela estava sinalizando respeito à história da escola e à identidade que a escola carrega há décadas.
A reportagem não explica se foi uma escolha deliberada de Paolla ou se havia uma expectativa da escola sobre o que ela deveria usar. Isso importa.
Qual é exatamente o papel de uma rainha de bateria durante o ano?
Ela é o rosto da escola. Participa dos ensaios, dos eventos, das apresentações. É uma presença constante que conecta a agremiação com o público e com a comunidade.
A matéria não detalha o escopo real do trabalho — quantos eventos por mês, qual é a remuneração, se há contrato formal. Sabemos que é um papel importante, mas não sabemos o que ele realmente exige no dia a dia.
Como é que Paolla, sendo atriz de televisão, consegue conciliar os dois mundos?
Muitas atrizes e celebridades assumem papéis nas escolas de samba. É uma forma de estar conectada à cultura carioca e ao carnaval, que é central na identidade da cidade.
Verdade, mas a matéria não traz nenhuma declaração de Paolla sobre como ela pretende equilibrar isso, ou se ela já tem experiência com escolas de samba. Estamos supondo que ela sabe o que está entrando.
Iza reinou por quanto tempo exatamente?
Desde o início de 2026 até essa cerimônia em outubro — então cerca de dez meses.
A matéria diz "até o início deste ano", o que é ambíguo. Poderia significar janeiro ou fevereiro. Não temos a data exata de quando Iza começou seu reinado.
Le Pouls
- A transição de rainhas na Imperatriz Leopoldinense movimentou o mundo do carnaval carioca, com Paolla Oliveira assumindo o posto deixado por Iza após seu reinado iniciado no começo de 2026.
- O look verde escolhido pela atriz tornou-se o centro das atenções na cerimônia, circulando rapidamente pelas redes sociais e reforçando sua conexão simbólica com a identidade da escola.
- Mais do que um título honorífico, o cargo de rainha de bateria exige presença constante, ensaios ao longo do ano e protagonismo no desfile — responsabilidades que Paolla agora abraça publicamente.
- Com a coroa nas mãos, a atriz inicia um calendário intenso que culminará no grande desfile carnavalesco, consolidando seu lugar na história de uma das escolas mais tradicionais do Rio.
No coração do calendário carnavalesco carioca, a atriz Paolla Oliveira recebeu no último sábado a coroa de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense, sucedendo Iza em uma cerimônia que renova, como toda tradição, tanto a energia de uma agremiação quanto o elo entre cultura popular e identidade coletiva. Vestida em verde — a cor da escola —, Oliveira não apenas assumiu um título, mas ingressou formalmente numa das narrativas mais vivas do Rio de Janeiro.
Na noite de sábado, 17 de outubro, Paolla Oliveira foi coroada rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense em cerimônia que marcou a passagem do título antes ocupado por Iza. O momento integra o calendário tradicional do carnaval carioca, renovando periodicamente o rosto que representa a agremiação.
Para a ocasião, Paolla apostou em um look em tons de verde — cor historicamente associada à Imperatriz —, criando uma conexão visual imediata entre a nova rainha e a identidade da escola. As imagens da coroação rapidamente tomaram as redes sociais.
O cargo vai além do simbolismo: rainha de bateria é uma função que exige presença nos ensaios, em eventos ao longo do ano e, sobretudo, no grande desfile que define o carnaval. Paolla, com trajetória consolidada na televisão, chega ao posto com o carisma e a visibilidade que o papel demanda.
O reinado de Iza, encerrado com a cerimônia de sábado, havia começado no início de 2026. A troca de rainhas é parte da rotina das escolas de samba — cada uma deixa sua marca e fortalece o vínculo entre a agremiação e sua comunidade. Agora, é Paolla Oliveira quem escreve o próximo capítulo dessa história.
Na noite de sábado, 17 de outubro, Paolla Oliveira recebeu a coroa de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense em cerimônia que marcou a transição de poder na escola de samba carioca. A atriz sucedeu Iza, que havia reinado na agremiação desde o início do ano. O momento, tradicional no calendário do carnaval do Rio, consolidou Oliveira no papel que ocupará nos próximos períodos festivos da escola.
Para a ocasião, Paolla escolheu um look em tons de verde — uma escolha que dialogava com a identidade visual da Imperatriz e que se tornou o destaque visual da noite. A cor, historicamente ligada à escola, reforçava a conexão entre a nova rainha e a tradição da agremiação. Fotografias do evento circularam pelas redes sociais, documentando o instante em que a atriz recebeu a insígnia de seu novo cargo.
A coroação representa mais que um título simbólico. Rainha de bateria é um papel central na estrutura de uma escola de samba, exigindo presença, carisma e comprometimento com os ensaios e apresentações que se estendem ao longo do ano carnavalesco. Paolla, conhecida por sua trajetória na televisão, agora integra formalmente a história da Imperatriz Leopoldinense, uma das mais tradicionais escolas do Rio de Janeiro.
O reinado de Iza, que terminou com a cerimônia de sábado, havia começado no início de 2026. A transição entre rainhas é parte da rotina das escolas de samba, renovando a energia e trazendo novos rostos para representar a agremiação. Cada rainha deixa sua marca no período em que ocupa o cargo, participando de eventos, desfiles e atividades que fortalecem o vínculo entre a escola e a comunidade.
Com a coroa agora em suas mãos, Paolla Oliveira se vê diante de um calendário repleto de compromissos. Nos meses que se seguem, ela estará presente nos ensaios técnicos, nas apresentações preliminares e, eventualmente, no grande desfile que define o carnaval carioca. O papel exige dedicação e visibilidade — duas coisas que a atriz já demonstra dominar em sua carreira consolidada na televisão.