No cruzamento entre o futebol-negócio e o futebol-sonho, o Palmeiras abre mão de um de seus jovens talentos ao Manchester City por 42 milhões de euros. Allan, 22 anos, parte para a Inglaterra em um movimento que revela tanto a força gravitacional dos grandes clubes europeus quanto a inevitável tensão entre ambição esportiva e realidade financeira. A venda, que a presidente Leila Pereira resistiu até não poder mais, ecoa uma lógica já conhecida: quando o desejo do atleta e o poder do dinheiro convergem, as fronteiras dos projetos se tornam porosas.