Em uma feira de ciências em uma escola na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, o que deveria ser uma apresentação educativa sobre diabetes tornou-se um momento de exposição coletiva ao risco: uma adolescente, sem supervisão adulta, furou o dedo de dezenas de crianças com lancetas reutilizadas. Pelo menos 24 pessoas foram expostas a potencial contaminação por sangue, e uma delas — uma menina cujo pai percebeu o que acontecia tarde demais — precisará de medicação preventiva por 28 dias. O episódio levanta perguntas que vão além da negligência pontual: sobre os limites da responsabilidade escolar, o
Pai relata desespero ao descobrir filha furada com lanceta reutilizada em feira de ciências
Criança exposta a risco de contaminação por sangue, necessitando medicação preventiva por 28 dias e acompanhamento psicológico; pelo menos 23 outras pessoas também foram expostas.