No Distrito Federal, um caso de exploração sexual digital protagonizado por um adolescente — que usou inteligência artificial para criar imagens íntimas falsas de colegas — transbordou para o mundo físico quando o pai do suspeito agrediu outro aluno dentro da escola. O episódio revela como a violência gerada pela tecnologia não permanece confinada às telas, e como a ausência de estruturas de proteção digital nas escolas pode transformar crimes silenciosos em crises abertas. É um sinal de que a sociedade ainda não aprendeu a responder com sabedoria aos danos que a IA generativa pode causar nas
Pai de aluno suspeito de criar nudes com IA agride colega em escola do DF
Estudante foi agredido fisicamente; múltiplos menores tiveram imagens sexuais sintéticas criadas sem consentimento.