Em Boston, no início de 2025, um homem de 66 anos com quase nenhuma chance de encontrar um doador humano recebeu um rim de porco com 69 alterações genéticas — e viveu nove meses sem diálise, mais do que qualquer outro paciente na história da xenotransplantação. O feito, conduzido por um médico brasileiro à frente do programa de transplante renal de Harvard, não promete substituir o órgão humano, mas algo talvez mais precioso: tempo. Tempo para viver enquanto se espera, numa fila que para muitos nunca chega ao fim.
Paciente nos EUA fica 9 meses com rim de porco geneticamente modificado em feito inédito
Timothy Andrews, paciente com doença renal em estágio avançado e apenas 9% de chance de encontrar doador, teve sua qualidade de vida significativamente melhorada durante os 9 meses com o rim de porco.