Em silêncio, os ossos se esvaziam — e mais de 33 milhões de brasileiros acima dos 60 anos já carregam essa fragilidade sem o saber. A osteoporose não escolhe ao acaso: hormônios, genética e décadas de hábitos cotidianos constroem ou corroem a arquitetura que nos sustenta. O que a ciência nos lembra é que a prevenção não começa na velhice, mas na infância, e que o tempo perdido dificilmente se recupera — embora nunca seja tarde para desacelerar o que ainda está em curso.
Osteoporose afeta homens e mulheres diferentemente; genética e estilo de vida são decisivos
Fraturas de quadril relacionadas à osteoporose podem levar a internação prolongada, complicações como trombose e pneumonia, e perda permanente de independência funcional em 80% dos casos.