Enquanto a energia nuclear regressa ao centro do debate climático global, Portugal é confrontado com uma escolha que três das suas principais vozes ambientalistas consideram já estar respondida. Geota, Quercus e Zero argumentam que um país abençoado com sol, vento e água não tem razão para se desviar do caminho renovável em direção a uma tecnologia cara, lenta e geradora de resíduos que persistem por milénios. A questão não é apenas técnica ou económica — é sobre onde uma nação decide depositar a sua confiança e os seus recursos num momento decisivo para o planeta.