Nos bastidores do poder, onde as palavras dos líderes são preparadas antes de chegarem ao mundo, um homem descobriu que o conhecimento antecipado tem preço — e tentou cobrá-lo. Gabriel Perez, operador de teleprompter da Casa Branca desde 2016, é acusado de usar o acesso privilegiado aos discursos presidenciais para lucrar quase cem mil dólares em apostas numa plataforma de mercados de previsão. O caso levanta uma questão que vai além do indivíduo: em que momento a informação se torna um ativo ilícito, e quem guarda os guardiões das palavras do poder?