Em um mercado onde inteligência artificial e robótica parecem inseparáveis no imaginário coletivo, a OpenAI abre uma vaga com remuneração anual de R$ 2,5 milhões — e deliberadamente não exige que o candidato saiba construir robôs. O gesto revela algo mais profundo do que uma simples oferta de emprego: uma empresa que cresceu além de suas origens em pesquisa e agora reconhece que escalar exige talentos em múltiplas dimensões humanas e organizacionais. É um lembrete de que as grandes transformações tecnológicas são sustentadas, nos bastidores, por especialidades que raramente aparecem nas manche