Em menos de uma década, a OnlyFans transformou a relação entre criadores e audiências em algo que a economia formal ainda tenta nomear: cinco mil pessoas ultrapassaram um milhão de dólares em ganhos, e trinta bilhões foram redistribuídos desde 2016. O que começou como uma plataforma marginal tornou-se infraestrutura — um sinal de que a monetização direta não é mais exceção, mas arquitetura possível do trabalho criativo contemporâneo.