Olinda desperta nesta quarta-feira com o céu em negociação entre o sol e a chuva — um equilíbrio instável que o litoral pernambucano conhece bem em setembro. A manhã exige guarda-chuva, a tarde pede paciência diante das nuvens, e a noite oferece uma trégua seca. É o ritmo próprio de uma cidade costeira que vive entre o oceano e o calor, onde o tempo não é adversário, mas interlocutor.