Oito pessoas presas em operação contra homicídios em Horizonte

Oito pessoas foram detidas em cumprimento de mandados de prisão preventiva por suspeita de integração em organização criminosa responsável por homicídios.
Mulheres formam rede de apoio estrutural à organização criminosa
A Polícia Civil destaca a participação significativa de mulheres na organização criminosa que atua em Horizonte e Quixadá.
Mark

Por que essa operação recebeu o nome de Gioconda? Parece uma escolha bem específica.

Mimi

O codinome vem de uma das mulheres investigadas, conhecida como "Monalisa" entre os criminosos. A polícia fez uma referência à pintura de Leonardo da Vinci para nomear a operação.

Luke

Mas a gente sabe realmente qual é o papel dela? O texto diz que ela é responsável pela movimentação de dinheiro, mas isso é uma acusação ou uma conclusão investigativa confirmada?

Mimi

A Delegacia Metropolitana afirma que ela tem grande importância na organização e seria responsável por essas ações. É o que a polícia está investigando.

Mark

E por que a polícia destacou tanto a participação de mulheres nessa rede?

Mimi

Porque elas formam uma rede de apoio significativa aos principais membros da organização. Não são apenas figurantes — têm papéis estruturais.

Luke

Oito presos agora, mas a polícia continua buscando outros. Quantos investigados no total estamos falando? Não fica claro.

Mimi

A operação começou em 2020, então há investigações em andamento há mais de um ano. A Operação Carrocinha, que precedeu essa, investigou 42 pessoas.

Mark

Então essa é uma continuação de algo maior?

Mimi

Exatamente. Gioconda é um desdobramento. A Carrocinha atuou em Quixadá em 2020 contra tráfico de drogas no Sertão Central. Agora o foco se expandiu para Horizonte.

Luke

Mas a gente não sabe se os crimes que esses oito cometeram — homicídios, roubos — estão todos documentados ou se são apenas suspeitas que justificam a prisão preventiva.

Mimi

Verdade. São mandados de prisão preventiva, não condenações. Alguns têm antecedentes claros, como Paulo Enrique com três registros de homicídio doloso. Outros, como Suzana e Elizeuda, não têm detalhes de antecedentes mencionados.

  • Uma organização criminosa investigada desde 2020 continuou operando mesmo após a Operação Carrocinha ter preso a maioria de seus 42 investigados em Quixadá — sinal de que a rede soube se reorganizar.
  • Oito mandados de prisão preventiva foram cumpridos simultaneamente em Horizonte, revelando a extensão geográfica da rede, que conecta o Sertão Central à Região Metropolitana de Fortaleza.
  • Entre os presos, um dos suspeitos acumula três registros por homicídio doloso e uma tentativa de homicídio, evidenciando o nível de violência associado ao grupo.
  • A polícia destaca a participação significativa de mulheres na estrutura criminosa — uma delas, conhecida como 'Monalisa', teria papel central na movimentação financeira da organização.
  • As buscas por outros investigados continuam, indicando que a Operação Gioconda ainda não chegou ao seu desfecho e que a desarticulação completa da rede permanece em aberto.

Em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, a Polícia Civil executou oito prisões preventivas como parte da Operação Gioconda — uma investigação que, desde 2020, persegue os rastros de uma organização criminosa enraizada entre o Sertão Central e a periferia metropolitana. A operação revela não apenas a persistência dessas redes diante de ações anteriores, mas também o papel crescente de mulheres em posições estratégicas dentro dessas estruturas. O nome escolhido pela polícia — uma alusão à Monalisa — carrega, por si só, uma ironia simbólica: por trás de um rosto célebre, uma arquitetura invisível de poder e violência.

A Polícia Civil cumpriu oito mandados de prisão preventiva em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, como parte da Operação Gioconda — ação que investiga, desde 2020, uma organização criminosa com atuação em Quixadá e Horizonte. Os detidos foram encaminhados à Delegacia Metropolitana de Horizonte, enquanto agentes seguem em busca de outros suspeitos.

Entre os presos estão Gilderlânio da Silva de Freitas, 20 anos, com antecedentes por roubo e homicídio; José Alan Ferreira da Silva, 21, com passagens por roubo e porte ilegal de arma; e Paulo Enrique Gomes de Sousa, 25, que acumula três registros por homicídio doloso, uma tentativa de homicídio e outros crimes. Também foram detidas Suzana Pereira Lima, Wallace Araújo da Silva, Elisivania Ferreira Modesto, Ianca da Silva Santos e Elizeuda Martins Gomes. Todos são acusados de integrar a organização envolvida em homicídios, tráfico de drogas e roubos.

O nome da operação não é casual: 'Gioconda' é uma referência ao codinome de uma das mulheres investigadas, conhecida entre comparsas como 'Monalisa'. Segundo a delegacia, ela ocupa posição estratégica na organização, sendo responsável pela movimentação financeira do grupo. A polícia ressalta ainda que mulheres formam uma rede de apoio relevante para os membros centrais da organização em Horizonte.

A Operação Gioconda nasce como desdobramento da Operação Carrocinha, que em 2020 investigou 42 pessoas ligadas ao tráfico no Sertão Central, com a maioria delas presa. A persistência da rede criminosa na região, mesmo após aquelas ações, motivou a continuidade das investigações — agora com foco na ramificação metropolitana do grupo.

A Polícia Civil cumpriu oito mandados de prisão preventiva em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, durante a Operação Gioconda, uma ação focada em desarticular uma organização criminosa investigada desde 2020. Os detidos foram levados à Delegacia Metropolitana de Horizonte para os procedimentos legais cabíveis, enquanto agentes continuam em busca de outros suspeitos ligados à operação.

Os presos são: Gilderlânio da Silva de Freitas, 20 anos, com antecedentes por roubo e homicídio; José Alan Ferreira da Silva, 21, com passagens por roubo a pessoa e porte ilegal de arma; Paulo Enrique Gomes de Sousa, 25, que acumula três registros por homicídio doloso, uma tentativa de homicídio, posse ilegal de arma de uso restrito, além de antecedentes por tráfico e dano; Suzana Pereira Lima, 25; Wallace Araújo da Silva, 27; Elisivania Ferreira Modesto, 23; Ianca da Silva Santos, 25; e Elizeuda Martins Gomes, 35. A Polícia Civil os acusa de integrar organização criminosa envolvida em homicídios, tráfico de drogas, roubos e outros crimes.

A Operação Gioconda é resultado de investigações que começaram em 2020 e visam combater uma rede criminosa com atuação em Quixadá e Horizonte. A ação envolve trabalho conjunto entre a Delegacia Metropolitana de Horizonte e a Delegacia Regional de Quixadá. O nome da operação faz referência ao codinome de uma das mulheres investigadas, conhecida entre seus comparsas como "Monalisa" — uma alusão à pintura de Leonardo da Vinci, "La Gioconda".

Segundo a Delegacia Metropolitana de Horizonte, essa mulher ocupa posição estratégica na organização criminosa local, sendo responsável pela movimentação de dinheiro e outras operações. A polícia destaca também a participação significativa de mulheres que formam uma rede de apoio aos principais membros da organização que atuam no município.

A Operação Gioconda é um desdobramento da Operação Carrocinha, que atuou em Quixadá durante 2020 com o objetivo de desmantelar um grupo dedicado ao tráfico de drogas em municípios do Sertão Central. A Operação Carrocinha investigou 42 pessoas, com a maioria sendo presa. A continuidade das investigações agora em Horizonte aponta para a persistência dessa rede criminosa na região, mesmo após as ações anteriores.

A mulher tem grande importância na organização criminosa que atua no município, sendo responsável pela movimentação do dinheiro e outras ações
— Delegacia Metropolitana de Horizonte, sobre a investigada conhecida como 'Monalisa'
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