Em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, a Polícia Civil executou oito prisões preventivas como parte da Operação Gioconda — uma investigação que, desde 2020, persegue os rastros de uma organização criminosa enraizada entre o Sertão Central e a periferia metropolitana. A operação revela não apenas a persistência dessas redes diante de ações anteriores, mas também o papel crescente de mulheres em posições estratégicas dentro dessas estruturas. O nome escolhido pela polícia — uma alusão à Monalisa — carrega, por si só, uma ironia simbólica: por trás de um rosto célebre, uma arquitetur
Oito pessoas presas em operação contra homicídios em Horizonte
Mulheres formam rede de apoio estrutural à organização criminosa
Por que essa operação recebeu o nome de Gioconda? Parece uma escolha bem específica.
O codinome vem de uma das mulheres investigadas, conhecida como "Monalisa" entre os criminosos. A polícia fez uma referência à pintura de Leonardo da Vinci para nomear a operação.
Mas a gente sabe realmente qual é o papel dela? O texto diz que ela é responsável pela movimentação de dinheiro, mas isso é uma acusação ou uma conclusão investigativa confirmada?
A Delegacia Metropolitana afirma que ela tem grande importância na organização e seria responsável por essas ações. É o que a polícia está investigando.
E por que a polícia destacou tanto a participação de mulheres nessa rede?
Porque elas formam uma rede de apoio significativa aos principais membros da organização. Não são apenas figurantes — têm papéis estruturais.
Oito presos agora, mas a polícia continua buscando outros. Quantos investigados no total estamos falando? Não fica claro.
A operação começou em 2020, então há investigações em andamento há mais de um ano. A Operação Carrocinha, que precedeu essa, investigou 42 pessoas.
Então essa é uma continuação de algo maior?
Exatamente. Gioconda é um desdobramento. A Carrocinha atuou em Quixadá em 2020 contra tráfico de drogas no Sertão Central. Agora o foco se expandiu para Horizonte.
Mas a gente não sabe se os crimes que esses oito cometeram — homicídios, roubos — estão todos documentados ou se são apenas suspeitas que justificam a prisão preventiva.
Verdade. São mandados de prisão preventiva, não condenações. Alguns têm antecedentes claros, como Paulo Enrique com três registros de homicídio doloso. Outros, como Suzana e Elizeuda, não têm detalhes de antecedentes mencionados.
The Pulse
- Uma organização criminosa investigada desde 2020 continuou operando mesmo após a Operação Carrocinha ter preso a maioria de seus 42 investigados em Quixadá — sinal de que a rede soube se reorganizar.
- Oito mandados de prisão preventiva foram cumpridos simultaneamente em Horizonte, revelando a extensão geográfica da rede, que conecta o Sertão Central à Região Metropolitana de Fortaleza.
- Entre os presos, um dos suspeitos acumula três registros por homicídio doloso e uma tentativa de homicídio, evidenciando o nível de violência associado ao grupo.
- A polícia destaca a participação significativa de mulheres na estrutura criminosa — uma delas, conhecida como 'Monalisa', teria papel central na movimentação financeira da organização.
- As buscas por outros investigados continuam, indicando que a Operação Gioconda ainda não chegou ao seu desfecho e que a desarticulação completa da rede permanece em aberto.
Em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, a Polícia Civil executou oito prisões preventivas como parte da Operação Gioconda — uma investigação que, desde 2020, persegue os rastros de uma organização criminosa enraizada entre o Sertão Central e a periferia metropolitana. A operação revela não apenas a persistência dessas redes diante de ações anteriores, mas também o papel crescente de mulheres em posições estratégicas dentro dessas estruturas. O nome escolhido pela polícia — uma alusão à Monalisa — carrega, por si só, uma ironia simbólica: por trás de um rosto célebre, uma arquitetura invisível de poder e violência.
A Polícia Civil cumpriu oito mandados de prisão preventiva em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, como parte da Operação Gioconda — ação que investiga, desde 2020, uma organização criminosa com atuação em Quixadá e Horizonte. Os detidos foram encaminhados à Delegacia Metropolitana de Horizonte, enquanto agentes seguem em busca de outros suspeitos.
Entre os presos estão Gilderlânio da Silva de Freitas, 20 anos, com antecedentes por roubo e homicídio; José Alan Ferreira da Silva, 21, com passagens por roubo e porte ilegal de arma; e Paulo Enrique Gomes de Sousa, 25, que acumula três registros por homicídio doloso, uma tentativa de homicídio e outros crimes. Também foram detidas Suzana Pereira Lima, Wallace Araújo da Silva, Elisivania Ferreira Modesto, Ianca da Silva Santos e Elizeuda Martins Gomes. Todos são acusados de integrar a organização envolvida em homicídios, tráfico de drogas e roubos.
O nome da operação não é casual: 'Gioconda' é uma referência ao codinome de uma das mulheres investigadas, conhecida entre comparsas como 'Monalisa'. Segundo a delegacia, ela ocupa posição estratégica na organização, sendo responsável pela movimentação financeira do grupo. A polícia ressalta ainda que mulheres formam uma rede de apoio relevante para os membros centrais da organização em Horizonte.
A Operação Gioconda nasce como desdobramento da Operação Carrocinha, que em 2020 investigou 42 pessoas ligadas ao tráfico no Sertão Central, com a maioria delas presa. A persistência da rede criminosa na região, mesmo após aquelas ações, motivou a continuidade das investigações — agora com foco na ramificação metropolitana do grupo.
A Polícia Civil cumpriu oito mandados de prisão preventiva em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, durante a Operação Gioconda, uma ação focada em desarticular uma organização criminosa investigada desde 2020. Os detidos foram levados à Delegacia Metropolitana de Horizonte para os procedimentos legais cabíveis, enquanto agentes continuam em busca de outros suspeitos ligados à operação.
Os presos são: Gilderlânio da Silva de Freitas, 20 anos, com antecedentes por roubo e homicídio; José Alan Ferreira da Silva, 21, com passagens por roubo a pessoa e porte ilegal de arma; Paulo Enrique Gomes de Sousa, 25, que acumula três registros por homicídio doloso, uma tentativa de homicídio, posse ilegal de arma de uso restrito, além de antecedentes por tráfico e dano; Suzana Pereira Lima, 25; Wallace Araújo da Silva, 27; Elisivania Ferreira Modesto, 23; Ianca da Silva Santos, 25; e Elizeuda Martins Gomes, 35. A Polícia Civil os acusa de integrar organização criminosa envolvida em homicídios, tráfico de drogas, roubos e outros crimes.
A Operação Gioconda é resultado de investigações que começaram em 2020 e visam combater uma rede criminosa com atuação em Quixadá e Horizonte. A ação envolve trabalho conjunto entre a Delegacia Metropolitana de Horizonte e a Delegacia Regional de Quixadá. O nome da operação faz referência ao codinome de uma das mulheres investigadas, conhecida entre seus comparsas como "Monalisa" — uma alusão à pintura de Leonardo da Vinci, "La Gioconda".
Segundo a Delegacia Metropolitana de Horizonte, essa mulher ocupa posição estratégica na organização criminosa local, sendo responsável pela movimentação de dinheiro e outras operações. A polícia destaca também a participação significativa de mulheres que formam uma rede de apoio aos principais membros da organização que atuam no município.
A Operação Gioconda é um desdobramento da Operação Carrocinha, que atuou em Quixadá durante 2020 com o objetivo de desmantelar um grupo dedicado ao tráfico de drogas em municípios do Sertão Central. A Operação Carrocinha investigou 42 pessoas, com a maioria sendo presa. A continuidade das investigações agora em Horizonte aponta para a persistência dessa rede criminosa na região, mesmo após as ações anteriores.
Notable Quotes
A mulher tem grande importância na organização criminosa que atua no município, sendo responsável pela movimentação do dinheiro e outras ações— Delegacia Metropolitana de Horizonte, sobre a investigada conhecida como 'Monalisa'