A Oi, que já foi símbolo do alcance da telefonia brasileira, teve sua falência confirmada pela Justiça do Rio em agosto de 2026, encerrando uma década de tentativas de ressurreição que consumiram ativos, credores e esperanças. Duas recuperações judiciais — a primeira em 2016, a segunda em 2023 — não foram capazes de devolver à empresa aquilo que nenhum processo jurídico pode fabricar: viabilidade. O caso convida a uma reflexão mais ampla sobre os limites da lei como instrumento de cura e sobre a diferença entre proteger um negócio e prolongar sua agonia.