No dia 22 de agosto de 2026, os oceanos do planeta registraram 21,1°C de temperatura média na superfície — um recorde histórico que não deveria ter ocorrido neste mês do ano. O que os dados do Copernicus e do ECMWF revelam não é apenas um número, mas a convergência de décadas de aquecimento humano com o surgimento de um Super El Niño de intensidade sem precedentes. Para as comunidades costeiras, os ecossistemas marinhos e as nações que vivem à beira das águas, este marco representa não uma anomalia isolada, mas a aceleração de uma trajetória que os cientistas há muito advertem ser irreversível
Oceanos batem recorde histórico; Super El Niño pode elevar temperaturas a níveis nunca vistos
Comunidades costeiras e nações insulares de baixa altitude enfrentam riscos crescentes de alagamentos, deslizamentos de terra e ressacas marítimas; ecossistemas marinhos e indústrias de pesca e aquicultura sofrem impactos diretos.