No extremo sul da Europa, onde o Mediterrâneo encontra o Atlântico, um rochedo guarda um segredo biológico que o resto do continente perdeu há milênios: a presença de primatas selvagens em liberdade. Os macacos-de-Gibraltar, herdeiros de uma história que pode remontar à chegada dos mouros em 711, são hoje protegidos com rigor científico e legal, lembrando-nos de que a singularidade natural exige responsabilidade coletiva para sobreviver.