Em algum ponto entre a promessa e o perigo, a humanidade debate o que seria uma inteligência artificial verdadeiramente geral — capaz não apenas de executar tarefas específicas com maestria, mas de raciocinar, adaptar-se e agir de forma autônoma em domínios variados, à semelhança da mente humana. A AGI ainda não existe como tecnologia consolidada, nem sequer como conceito com definição universal aceita, mas já mobiliza laboratórios, governos e filósofos em torno de uma pergunta que transcende a engenharia: o que acontece quando criamos algo que pensa como nós — ou melhor do que nós?