O Brasil chegou a junho de 2026 com uma dívida bruta equivalente a 81,9% do PIB — exatamente o patamar que os próprios técnicos do Tesouro Nacional haviam classificado, dois anos antes, como trajetória explosiva. O aviso foi feito de dentro do governo, ignorado por dentro do governo, e agora se confirma com a precisão silenciosa das projeções que ninguém quis ouvir. O que está em jogo não é apenas um número contábil, mas a capacidade do Estado brasileiro de sustentar sua trajetória fiscal sem comprometer o crédito, o investimento e o cotidiano de milhões de pessoas.
O pior cenário para a dívida pública se confirma em 81,9% do PIB
Cenário insustentável afeta empresas, investimentos e brasileiros em geral através de juros elevados e redução de crédito na economia real.