Em apenas dois anos, um jovem empreendedor americano atravessou a fronteira do bilhão de dólares — não por herança ou sorte, mas por ter posicionado uma empresa de inteligência artificial no cruzamento exato entre a demanda real por automação de código e o apetite voraz dos mercados por tudo que carrega o nome da IA. O feito é raro na história do empreendedorismo, e sua raridade convida tanto à admiração quanto à pergunta inevitável: o que sustenta uma fortuna construída na velocidade do algoritmo?