Uma fintech nascida no Brasil atravessa o Atlântico e planta sua bandeira no coração do capitalismo financeiro mundial: os Estados Unidos. O Nubank chega não para disputar os já bancarizados, mas para alcançar os invisíveis do sistema — entre 100 e 150 milhões de americanos que vivem à margem dos grandes bancos. Com uma estrutura de custos radicalmente mais enxuta e uma conta que remunera depósitos numa terra onde isso é raridade, a empresa de David Vélez testa se o que funcionou nas periferias do Sul Global pode prosperar no centro do Norte Global.