Novo MacBook Pro de 14 polegadas com chip M6 chega com mais IA e até 24 horas de bateria

O que muda neste MacBook Pro está dentro da caixa: um novo chip, o M6
A Apple aposta no M6, com 12 núcleos de CPU e GPU, para reforçar a IA no portátil de 14 polegadas.
Mark

Então o que muda, concretamente, neste MacBook Pro de 14 polegadas?

Mimi

O chip. O M6 tem 12 núcleos de CPU e 12 de GPU, mais dois de cada do que antes, e a Apple põe a IA no centro: Neural Engines novos e aceleradores neuronais em cada núcleo do GPU.

Mark

E a bateria? Até 24 horas é muito.

Luke

É "até", e a própria Apple diz que depende da utilização e da configuração. É um teto declarado pela empresa, não uma medição independente.

Mark

Os números de desempenho também vêm da Apple?

Mimi

Vêm. Até 30% mais gráficos face ao M5, até 25% em certas tarefas de IA, e 1,9 vezes nos Neural Engines.

Luke

E repare nas ressalvas: "até", "determinadas tarefas", "específicas". Sem testes independentes, não sabemos o que isso dá no uso real.

Mark

E a Siri AI?

Mimi

Usa o contexto pessoal do utilizador, está no Spotlight e, segundo a Apple, tem suporte em português.

Luke

Mas está em beta no macOS 27.2 e algumas funções dependem de idioma e região. E o preço não aparece no material, por isso fica por saber.

  • Um chip M6 com 12 núcleos de CPU e 12 de GPU promete ganhos de até 30% em desempenho gráfico face ao M5.
  • A Apple anuncia até 24 horas de autonomia, uma promessa que depende de como e quanto cada utilizador usa a máquina.
  • As pré-encomendas abrem já amanhã, 28 de outubro, e as lojas recebem os equipamentos a 6 de novembro.
  • A nova Siri AI, ainda em beta no macOS 27.2, promete contexto pessoal e integração no Spotlight, mas a disponibilidade depende do idioma e da região.
  • O preço continua por revelar, deixando em aberto a decisão de quem espera ver se a evolução compensa o investimento.

A Apple voltou a renovar o seu portátil profissional de 14 polegadas, e a mudança mais significativa está no interior: o novo chip M6, com núcleos adicionais e uma aposta clara na inteligência artificial. Num momento em que cada geração de máquinas procura justificar-se pela capacidade de processar tarefas cada vez mais complexas, o MacBook Pro surge como mais um passo nessa corrida silenciosa entre fabricantes. As pré-encomendas abrem a 28 de outubro e as primeiras unidades devem chegar às lojas a 6 de novembro, mas o verdadeiro teste será o uso quotidiano de quem decidir apostar nele.

A Apple apresentou o sucessor do MacBook Pro de 14 polegadas, e o que muda mais está dentro da caixa. O novo chip M6 traz mais dois núcleos na CPU e na GPU face à geração anterior, o que, segundo a empresa, se traduz em até 30% mais desempenho gráfico e até 25% de melhoria em certas tarefas de IA. Os dois Neural Engines de 16 núcleos prometem ser até 1,9 vezes mais rápidos em tarefas específicas.

A promessa de autonomia chega a 24 horas, embora a Apple sublinhe que o valor depende da utilização e da configuração. O carregamento rápido recupera metade da bateria em cerca de 30 minutos com um adaptador USB-C compatível. A conectividade ganha Wi-Fi 7 e Bluetooth 6, e o portátil mantém as portas essenciais, incluindo três Thunderbolt 4 e HDMI.

O ecrã Liquid Retina XDR e a câmara de 12 MP completam uma máquina pensada para criadores e profissionais. A nova Siri AI, em beta no macOS 27.2, usa o contexto pessoal do utilizador, mas as funções variam conforme o idioma e a região, com suporte anunciado para português. O preço ainda não foi divulgado. As pré-encomendas abrem a 28 de outubro e a chegada às lojas está prevista para 6 de novembro.

A Apple apresentou o sucessor do MacBook Pro de 14 polegadas, e o que muda está dentro da caixa: um novo chip, o M6. As pré-encomendas abrem amanhã, 28 de outubro, a partir das 17h10, e o portátil chega às lojas a 6 de novembro, na próxima semana. Vai estar disponível em preto sideral e prateado.

O M6 tem um CPU de 12 núcleos e um GPU também de 12 núcleos, mais dois em cada um face à geração anterior. Segundo a Apple, isso significa até 30% mais desempenho gráfico do que no M5 e até 25% de melhoria em certas tarefas de IA. O chip inclui ainda dois Neural Engines de 16 núcleos, que a empresa diz serem até 1,9 vezes mais rápidos do que os da geração anterior, em tarefas específicas.

O GPU tem aceleradores neuronais em cada núcleo e um motor de ray tracing de terceira geração. A Apple aponta-os como úteis para renderização 3D, edição de imagem e execução de modelos de linguagem. Na memória, a configuração base tem 16 GB de memória unificada, com opção até 32 GB e largura de banda até 170 GB/s.

Apesar do aumento de desempenho, a Apple anuncia até 24 horas de autonomia, um valor que depende da utilização e da configuração escolhida. O carregamento rápido recupera 50% da bateria em cerca de 30 minutos, desde que se use um adaptador USB-C compatível, como o de 96 W.

Na conectividade, a novidade é a chegada do Wi-Fi 7 e do Bluetooth 6. O portátil tem três portas Thunderbolt 4, HDMI, MagSafe 3, leitor de cartões SDXC e entrada para auscultadores, e permite ligar até dois monitores externos.

O ecrã Liquid Retina XDR mantém 1600 nits de brilho máximo em HDR e contraste de 1 000 000:1, e pode ter vidro com nanotextura para reduzir reflexos. O equipamento inclui câmara Center Stage de 12 MP, três microfones e um sistema de seis altifalantes com áudio espacial.

O portátil chega com o macOS 27 Golden Gate. A nova Siri AI usa o contexto pessoal do utilizador para responder a pedidos e fica integrada no Spotlight. No Safari, há organização automática de separadores e alertas para alterações em páginas web.

A Siri AI está em fase beta no macOS 27.2, e a disponibilidade de algumas funcionalidades depende do idioma e da região. A Apple diz que há suporte em português. O que falta saber é o preço, que o anúncio não indica.

A Apple diz que há suporte em português para a nova Siri AI, que está em beta no macOS 27.2.
— Apple, segundo o Pplware
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