Em Nova York, doze plataformas digitais foram desativadas após uma investigação revelar que usavam inteligência artificial para fabricar vídeos pornográficos com os rostos de aproximadamente 1.200 pessoas reais, a maioria mulheres públicas, sem qualquer consentimento. O promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg Jr., descreveu o esquema como um negócio construído sobre a exploração sistemática de identidades alheias. O caso ilumina uma tensão crescente entre o avanço tecnológico e a dignidade humana: quando ferramentas poderosas se tornam acessíveis, a violência que elas permitem também se d
Nova York derruba 12 sites de deepfakes pornográficos ilegais de mulheres famosas
1.200 pessoas, majoritariamente mulheres famosas, tiveram imagens íntimas não consensuais criadas e distribuídas publicamente através de deepfakes pornográficos.