Décadas após os fatos investigados, a condenação de Cristina Kirchner por administração fraudulenta no caso Vialidad encontra uma fissura inesperada: dados oficiais da própria Direção Nacional de Vialidad indicam que as empresas de Lázaro Báez — apontadas como as grandes beneficiárias do esquema — receberam menos de 1% dos recursos do fundo em questão. A história que a acusação construiu sobre um decreto assinado em 2009 para favorecer um empresário aliado começa a ser contestada pelos próprios números do Estado, revelando que a maior beneficiária foi uma construtora ligada ao campo político a