O Brasil avança em sua transição documental com a Carteira de Identidade Nacional, que permite ao cidadão iniciar o processo de emissão pelo celular e, em alguns estados, receber o documento em casa pelos Correios. Mais do que uma atualização tecnológica, a CIN representa uma tentativa do Estado de unificar identidades fragmentadas — integrando CPF, biometria e dados públicos em um único padrão nacional. O antigo RG permanece válido até 2032, mas a nova carteira já anuncia o contorno do que será a relação entre cidadão e governo nos próximos anos.