Um dia após o lançamento comercial do Cybercab em Austin, a agência federal de segurança viária dos Estados Unidos abriu uma investigação sobre o táxi autônomo da Tesla — um veículo sem volante nem pedais que desafia uma exigência fundamental das normas americanas. A Tesla certificou o veículo por conta própria, sem solicitar isenção regulatória, apostando que a tecnologia já superou as salvaguardas que a lei ainda considera indispensáveis. O que está em jogo não é apenas o futuro de um produto, mas a pergunta mais ampla sobre quem define os limites da confiança numa máquina que dirige sozinha