No limiar do outono esportivo, Neymar — símbolo de uma geração e esperança renovada do Santos — viu seu corpo impor um limite que nenhuma vontade consegue negociar. A lesão no reto femoral, músculo que sustenta o gesto mais básico do futebol, afasta o atacante por até dois meses e lança o clube numa travessia delicada rumo ao fim de temporada. Não é apenas a ausência de um jogador: é o peso de uma equipe que, em uma única noite, perdeu três de seus pilares.