Na Vila Belmiro, o futebol revelou uma vez mais sua natureza imprevisível: o Santos dominou, cedeu, e buscou o equilíbrio nos instantes finais. Neymar, figura que carrega o peso da expectativa coletiva, marcou duas vezes — um gol de talento e um pênalti nos acréscimos — mas não foi suficiente para a vitória. O empate em 2 a 2 com a Chapecoense, pela 20ª rodada do Brasileirão, lembra que no esporte, como na vida, o controle nunca é absoluto.