Na Vila Belmiro encharcada de fevereiro, dois clubes históricos se encontraram no fundo da tabela, carregando o peso de campanhas que ainda não encontraram seu rumo. Foi Neymar — eterno protagonista da história santista — quem separou os destinos das duas equipes naquela noite, marcando duas vezes e lembrando ao futebol brasileiro que sua presença ainda é capaz de decidir. O Santos respira; o Vasco, à beira do abismo, busca respostas que ainda não chegaram.
Neymar marca dois e Santos vence Vasco por 2 a 1 na quarta rodada
Neymar chegou a 152 gols, consolidando seu lugar entre os maiores
Por que essa vitória importa tanto para o Santos neste momento?
Porque o time estava afundando na tabela, sem vitórias, e uma derrota a mais poderia ter criado um buraco muito difícil de sair. Essa vitória tira o time da zona de rebaixamento e dá um respiro psicológico.
E o Vasco? Como fica a situação lá?
Muito mais grave. Um ponto em quatro rodadas é praticamente um colapso. O time está na lanterna, sofreu três derrotas e um empate. A demissão de Fernando Diniz e a chegada de um técnico interino mostram que o clube está em crise institucional também.
Neymar marcou dois gols. Ele é o diferencial que o Santos tem?
Claramente. Ele chegou a 152 gols pelo clube, está entre os maiores artilheiros da história. Quando o time está em dificuldade, é Neymar quem aparece para resolver. Mas um time não vive só de um jogador.
Houve confusão durante o jogo?
Sim, entre Neymar e Thiago Mendes, na saída para o intervalo. Neymar o chamou de "machão". São essas pequenas tensões que aparecem quando os times estão sob pressão.
A chuva influenciou o resultado?
Provavelmente. Chuva forte muda o padrão do jogo, favorece times mais diretos, mais físicos. Mas não é desculpa — quem vence na chuva merecia vencer.
Le Pouls
- Dois times em crise se enfrentaram sob chuva torrencial na Baixada Santista, com a pressão da tabela pesando sobre cada jogada.
- Neymar rompeu o impasse duas vezes — o segundo gol, um golaço no segundo tempo, foi a sentença que o Vasco não conseguiu reverter.
- O Vasco, já sem Fernando Diniz e sob comando interino de Bruno Lazaroni, acumula apenas um ponto em quatro rodadas e permanece na lanterna do Brasileirão.
- Caun Barros descontou para os cariocas, mas a reação foi insuficiente para evitar a terceira derrota na competição.
- O Santos salta para a 13ª colocação e escapa da zona de rebaixamento, enquanto Neymar chega a 152 gols na história do clube.
Na Vila Belmiro encharcada de fevereiro, dois clubes históricos se encontraram no fundo da tabela, carregando o peso de campanhas que ainda não encontraram seu rumo. Foi Neymar — eterno protagonista da história santista — quem separou os destinos das duas equipes naquela noite, marcando duas vezes e lembrando ao futebol brasileiro que sua presença ainda é capaz de decidir. O Santos respira; o Vasco, à beira do abismo, busca respostas que ainda não chegaram.
Na noite de 26 de fevereiro, a Vila Belmiro recebeu um duelo entre dois times pressionados pela tabela. Santos e Vasco chegavam à quarta rodada do Brasileirão sem vitórias suficientes para respirar tranquilos, e a chuva intensa sobre a Baixada Santista transformou o gramado em mais um obstáculo a superar.
Foi Neymar quem decidiu. Aos 25 minutos do primeiro tempo, o camisa 10 abriu o placar. Na etapa final, aos 16 minutos, voltou a marcar — dessa vez com um golaço que reafirmou seu protagonismo. Com os dois tentos, chegou a 152 gols pelo Santos, consolidando seu lugar entre os maiores artilheiros da história do clube. Caun Barros descontou para o Vasco, mas o placar final de 2 a 1 não se moveu.
Para o Vasco, o resultado aprofundou a crise. Sem Fernando Diniz, demitido após derrota na semifinal do Carioca para o Fluminense, a equipe segue sob comando interino de Bruno Lazaroni — e permanece na lanterna, com apenas um ponto em quatro rodadas, três gols marcados e seis sofridos.
Além dos gols, Neymar protagonizou outros momentos: comemorou o primeiro em homenagem a Vinícius Júnior e se envolveu em confusão com Thiago Mendes no intervalo. Para o Santos, a vitória representa fôlego renovado e uma subida à 13ª colocação. Para o Vasco, a pressão só cresce.
Na noite de quinta-feira, 26 de fevereiro, a Vila Belmiro recebeu um confronto entre dois times em apuros. Santos e Vasco chegavam à quarta rodada do Campeonato Brasileiro sem respirar fundo — ambos pressionados pela tabela, ambos buscando desesperadamente uma vitória. A chuva caía forte sobre a Baixada Santista durante toda a partida, transformando o gramado em mais um adversário a ser enfrentado.
Neymar foi quem resolveu a questão. Aos 25 minutos do primeiro tempo, o camisa 10 abriu o placar para o Santos. Depois, já na etapa final, aos 16 minutos, ele voltou a balançar a rede — dessa vez com um golaço que deixou claro por que ele segue sendo o grande nome do time. Com esses dois gols, Neymar chegou a 152 gols pela história do clube santista, consolidando seu lugar entre os maiores artilheiros da instituição. Caun Barros descontou para o Vasco, mas não foi o suficiente. O placar final: 2 a 1 para o Peixe.
O resultado teve sabor amargo para o Vasco. Sob o comando interino de Bruno Lazaroni — Fernando Diniz havia sido demitido no domingo anterior após a derrota na semifinal do Campeonato Carioca contra o Fluminense — a equipe carioca permanece na lanterna do campeonato. Com apenas um ponto conquistado em quatro rodadas (um empate e três derrotas), o time marcou três gols e sofreu seis. A situação é crítica.
Para o Santos, a vitória representa um salto significativo. O time salta para a 13ª colocação na tabela, deixando para trás a zona de rebaixamento e respirando um pouco mais fundo. Neymar, além de marcar os gols, foi o condutor das principais jogadas ofensivas do time. Ele comemorou o primeiro gol em homenagem a Vinícius Júnior, do Real Madrid, dançando em direção à bandeirinha de escanteio. Também se envolveu em confusão com Thiago Mendes na saída para o intervalo, chamando o jogador de "machão" em tom de provocação.
A partida refletiu bem o momento de ambas as equipes: times desesperados, chuva torrencial, e um Neymar que, mesmo em meio à turbulência, encontra maneiras de fazer diferença. Para o Vasco, a pressão só aumenta. Para o Santos, a esperança de recuperação ganha corpo.
Citations marquantes
Neymar chamou Thiago Mendes de 'machão' na saída para o intervalo— Relato do jogo