A Netflix, plataforma que durante duas décadas ergueu o seu império sobre a lógica da subscrição mensal, admite agora estudar o impensável: abrir as suas portas sem cobrar entrada. Greg Peters, co-CEO da empresa, confirmou que um plano gratuito financiado por publicidade poderia fazer sentido em mercados selecionados — desde que a escala publicitária o sustente. É um sinal de que mesmo os modelos de negócio mais consolidados se dobram perante a pressão de conquistar novos públicos num mundo onde a atenção é a moeda mais disputada.