Por décadas, Benjamin Netanyahu trabalhou para reposicionar a percepção americana sobre o Irã — não como uma ameaça periférica, mas como o centro gravitacional do perigo no Oriente Médio. Em entrevista recente, o primeiro-ministro israelense revelou as ferramentas desse esforço: a presença constante na mídia americana e os laços pessoais cultivados com sucessivas gerações de líderes em Washington. O fruto dessa longa persuasão se materializou em fevereiro, quando Israel e Estados Unidos atacaram o Irã conjuntamente — inaugurando um ciclo de violência que, mesmo após um cessar-fogo em abril, ai
Netanyahu afirma que levou anos para convencer EUA sobre ameaça iraniana
Ataques iranianos mataram civis, danificaram casas e locais estratégicos, forçando milhões a buscar abrigo em locais seguros.