Na última domingo, a humanidade lançou mais um olhar em direção ao infinito: o telescópio Nancy Grace Roman, batizado em honra da pioneira que ajudou a tornar possível o próprio Hubble, partiu rumo a um ponto a 1,6 milhão de quilômetros da Terra. Com capacidade de varrer o céu cem vezes mais rápido que seu predecessor e de produzir em um ano o que o Hubble levou três décadas para reunir, o Roman não é apenas um instrumento científico — é uma pergunta coletiva lançada ao cosmos sobre se estamos, ou não, sozinhos.