Em meio à onda viral da trend dos anos 80 do ChatGPT, a psicologia nos convida a olhar com mais cuidado para aqueles que simplesmente decidiram não participar. Recusar uma tendência coletiva não é sinal de frieza ou falta de humor, mas pode revelar uma relação mais consciente com autonomia, identidade e privacidade digital. Há, na recusa, uma forma silenciosa de afirmar quem se é — num espaço onde a padronização muitas vezes se disfarça de espontaneidade.