Ultrapassou US$ 2 trilhões já na estreia, figurando como sétima maior empresa do mundo
Na sexta-feira, 12 de junho, a SpaceX de Elon Musk deu seu primeiro passo no mercado público ao estrear no Nasdaq, e o mundo financeiro respondeu com uma convicção raramente vista em estreias corporativas. As ações saltaram mais de 20%, encerrando o pregão inicial a US$ 163,33 — bem acima do preço de oferta de US$ 135 —, e a empresa cruzou a marca de US$ 2 trilhões em valor de mercado já na primeira sessão, tornando-se a sétima maior companhia do planeta. O evento não foi apenas um IPO recorde; foi o momento em que o mercado atribuiu, em escala trilionária, seu veredicto sobre o futuro da exploração espacial comercial.
- A SpaceX abriu o pregão no Nasdaq com uma valorização imediata de mais de 20%, sinalizando que a demanda reprimida por anos de operação privada explodiu assim que as portas do mercado se abriram.
- Em poucas horas de negociação, a empresa ultrapassou US$ 2 trilhões em valor de mercado, um ritmo de ascensão vertiginoso que surpreendeu até os analistas mais otimistas.
- O capital do setor aeroespacial se realocou de forma brutal: Rocket Lab despencou 13% e Virgin Galactic afundou 34,6% no mesmo pregão, como se o mercado estivesse elegendo um único campeão.
- O IPO, já considerado recorde antes mesmo da abertura, confirmou que a confiança institucional e de varejo na trajetória da SpaceX era maior do que o preço inicial de US$ 135 por ação sugeria.
Na manhã de sexta-feira, 12 de junho, a SpaceX abriu seu capital no Nasdaq e o mercado não hesitou. As ações da fabricante de foguetes de Elon Musk subiram mais de 20% já nas primeiras horas, encerrando o pregão inicial a US$ 163,33 por papel — uma valorização expressiva sobre o preço de oferta de US$ 135. Para uma empresa que operou por anos longe dos olhos do mercado público, a recepção foi imediata e decisiva.
O que tornou o dia histórico foi a velocidade. Ainda durante a primeira sessão, a SpaceX ultrapassou US$ 2 trilhões em valor de mercado, posicionando-se como a sétima maior empresa do mundo segundo levantamento do Companies Marketcap. O IPO, já classificado como recorde antes da abertura, refletia anos de reputação construída sobre foguetes reutilizáveis, contratos com agências espaciais e uma visão ambiciosa de exploração comercial do espaço.
O entusiasmo pelo novo entrante, porém, teve um custo visível para os concorrentes. A Rocket Lab caiu 13% no mesmo pregão, enquanto a Virgin Galactic despencou 34,6%. O movimento revelou uma lógica clara: o mercado estava concentrando capital no que percebia como o player dominante do setor, deixando os demais à sombra da estreia mais aguardada da indústria aeroespacial.
A SpaceX abriu pregão no Nasdaq na sexta-feira, 12 de junho, e o mercado respondeu com entusiasmo imediato. Já no início da tarde, as ações da fabricante de foguetes de Elon Musk subiam acima de 20%, fechando o pregão inicial a US$ 163,33 por papel — uma valorização clara em relação ao preço de oferta pública inicial de US$ 135. O movimento foi rápido e decisivo, refletindo a apetite dos investidores por uma empresa que há anos operava como privada e agora abria suas portas ao mercado de capitais.
O que tornou o dia ainda mais notável foi a rapidez com que a SpaceX atingiu um marco histórico. Ainda durante a primeira sessão de negociação, a empresa ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões em valor de mercado — uma cifra que a posicionava como a sétima maior companhia do mundo, conforme levantamento do site Companies Marketcap realizado por volta das 13 horas no horário de Brasília. Para uma empresa que acabava de estrear, a ascensão foi vertiginosa.
O IPO em si já havia sido considerado recorde antes mesmo da abertura das negociações. A oferta pública inicial refletia a confiança dos investidores institucionais e de varejo na trajetória da SpaceX — uma empresa que construiu sua reputação através de lançamentos de foguetes reutilizáveis, contratos com agências espaciais e uma visão ambiciosa de exploração espacial comercial. O preço de US$ 135 por ação já sinalizava expectativas altas, mas o mercado decidiu que havia espaço para mais.
Não foi apenas a SpaceX que se movimentou naquele dia. Outras empresas do setor aeroespacial e de turismo espacial sentiram o impacto da estreia. A Rocket Lab, concorrente direta no segmento de lançadores menores, caiu 13% durante o mesmo período. A Virgin Galactic, que oferece experiências de voo suborbital para turistas, sofreu queda ainda mais acentuada de 34,6%. O movimento sugeria que o mercado estava realocando capital para o que percebia como o player mais forte do setor — a SpaceX.
Este cenário reflete uma dinâmica mais ampla no mercado de tecnologia e exploração espacial. A entrada da SpaceX no mercado público marca um ponto de inflexão: uma empresa que revolucionou a indústria aeroespacial com tecnologia de foguetes reutilizáveis agora tinha seu valor validado publicamente em uma escala trilionária. O desempenho das ações no primeiro dia de negociação não apenas confirmou as expectativas dos investidores, mas as superou, estabelecendo um novo patamar de confiança no futuro da exploração espacial comercial.
Notable Quotes
A SpaceX subia 21%, a US$ 163,33, contra o preço de US$ 135 do IPO— Levantamento de mercado do Nasdaq, 12 de junho de 2026
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que o mercado reagiu tão dramaticamente? Uma subida de 20% no primeiro dia não é comum.
A SpaceX não é uma empresa comum. Ela operou como privada por mais de duas décadas, acumulando uma reputação de inovação que o mercado público nunca havia precificado diretamente. Quando finalmente abriu as portas, havia uma demanda reprimida.
E o fato de ultrapassar US$ 2 trilhões tão rapidamente — isso muda algo?
Muda tudo. Coloca a SpaceX entre as sete maiores empresas do mundo no primeiro dia. Não é apenas um número; é uma validação de que o mercado acredita que a exploração espacial comercial é um setor estratégico e lucrativo.
As concorrentes caíram bastante. A Virgin Galactic perdeu um terço do valor em poucas horas.
Sim, porque o mercado estava sinalizando: há um campeão claro neste setor, e é a SpaceX. Os investidores que estavam em outras empresas começaram a se perguntar se deveriam estar em outro lugar.
Isso sugere que a SpaceX vai dominar o setor?
Não necessariamente dominar, mas certamente é a empresa que o mercado vê como a mais capaz de capitalizar a próxima onda de negócios espaciais — satélites, turismo, exploração. As outras têm nichos, mas a SpaceX tem escala e tecnologia.