O Supremo Tribunal Federal brasileiro atravessa em 2026 a maior crise de sua história — não por divergências sobre princípios constitucionais, mas por choques de ego e comportamentos que ministros acreditavam poder adotar sem consequências. Casos como os envolvimentos de Toffoli com o resort Tayayá e de Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro revelam uma instituição enclausurada em privilégios e imunidade imaginária. Quando até taxistas passam a criticar o Supremo nas ruas, como alertou a ministra Cármen Lúcia, a crise deixa de ser interna e torna-se uma ferida na legitimidade democrática.