Desde maio, mulheres de três comunidades quilombolas do Rio de Janeiro encontraram nas quintas-feiras um ritual de pertencimento: reunidas na Casa Scliar, em Cabo Frio, moldavam argila e, com ela, também a si mesmas. O projeto Somos Divas na Luz do Candeeiro revelou que a arte pode ser ao mesmo tempo cura, memória e autonomia — e que o caminho até a oficina, feito em ônibus fretado entre histórias e risos, já era parte essencial da criação.