Em novembro de 2024, Damiana Alves, aos 65 anos, recebeu um diagnóstico que pouquíssimos seres humanos já enfrentaram: um câncer no peritônio, membrana que reveste a cavidade abdominal, doença que atinge aproximadamente uma em cada um milhão de pessoas. O que se seguiu foi uma jornada de sete meses entre a medicina de alto risco e a fé — cinco internações, quatro cirurgias e complicações severas — até que, em dezembro de 2025, a cura total foi confirmada sem necessidade de quimioterapia. A história de Damiana nos lembra que a fronteira entre o improvável e o possível é, muitas vezes, atravessa
Mulher vence câncer raro de peritônio após cirurgia de alto risco
Damiana Alves enfrentou meses de dores intensas, cinco internações, quatro cirurgias, complicações graves com infecção e sangramento, além de dependência familiar para atividades básicas durante a recuperação.