Em Vinhedo, São Paulo, uma mulher recorreu às autoridades após contratar um motorista de Uber para transportar peças que jamais chegaram ao destino. O episódio, aparentemente singular, toca em uma tensão estrutural da era das plataformas digitais: quando a confiança é mediada por um aplicativo, quem responde pela falha? O caso permanece aberto, mas já anuncia uma pergunta que a sociedade ainda não terminou de formular.
Mulher registra queixa contra motorista de Uber por não entregar peças em Vinhedo
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